Tradução: Luiz Leitão

por Dheyne de Souza

Tradução: Luiz Leitão

Caio, what do I do with all this lucidity that I no longer know where to import the costumes? And what I detest, Caio, is in your ethics. In fact, my extreme clairvoyance of everything behind your shells. I unveil them one by one, thus so easily that what makes me progress is advancing towards the bowings, I provide inventing possible shortcuts, but, look, Caio, things are exactly as I think they are and it’s not a bit easy to placate the tumult that shouts like tumult a multitude of pretexts, excuses, subterfuges. Come here, Caio, let’s stop just for a while stepping on this wasteland that when we rain the histories sprout and the roots kind of break the verbs. I know your deviations from the standard look. I know where your commas wander, where your intervals run by, your dots prowl, at random your slag. So, Caio, let’s put our very bodies aside as to simulate we have lost the key of the back.

Caio e costas

Caio, o que faço com toda essa lucidez que já não sei de onde importar os costumes? E o que detesto, Caio, está na sua ética. Na verdade, a minha extrema clarividência de tudo que está por trás das tuas cascas. Eu desvendo uma por uma, assim tão facilmente que o que me faz progredir é o avanço na direção das mesuras, cuido inventar possíveis atalhos, mas, veja, Caio, as coisas são exatamente como eu acho e não é nada fácil aplacar o tumulto que grita feito tumulto uma multidão de pretextos, escusas, rodeios. Vem aqui, Caio, vamos deixar só um pouco de pisar nesse terreno baldio que quando chovemos as histórias brotam e as raízes como que arrebentam verbos. Eu conheço os teus desvios do olhar padrão. Eu sei onde erram suas vírgulas, aonde correm seus intervalos, perambulam os seus pontos, a esmo tuas escórias. Então, Caio, vamos deixar de lado nossos mesmos corpos que é pra simular que perdemos a chave das costas.