caio na fôrma pro som
por Dheyne de Souza
caio me conta o passo que sabe a tormento caio me compra o traço do antelamento e banha de foz essa sede de fé. caio que quando esmorece eu quase me perco e enquanto caio procuro teu braço teu laço tua sombra me perde e nessa dança que é um silêncio e nessa ausência de fôrma pro som caio em mim que é um tu de volúpia e já teu ego me diz inconsciente que sou do esmalte o que vai embora. é o cheiro impetuoso da ira. é o beco incestuoso do mito. é a coroa criminosa da língua. tentando reinar nossos corpos terrenos. eu só quero pedir de joelhos e vícios não me quede sozinha nessa massa de sons.
saudades imensas de você, do caio, das tardes. beijo, beijo!
também, e muitas, sás? está convidado para um chá de fins de tarde, que nem.
beijo!